A Paróquia de S. José de Ribamar propõe-se concretizar um projeto de grande valor litúrgico, cultural e comunitário: a instalação de um órgão de tubos na sua igreja. Este instrumento será não apenas um meio privilegiado para o acompanhamento da liturgia e o enriquecimento das celebrações, mas também um contributo significativo para a valorização do património artístico e musical da região.
Esta iniciativa visa criar um legado duradouro ao serviço da fé, da cultura, da beleza e da comunidade.
O órgão será construído com elevados padrões de qualidade, pensado para perdurar ao longo de gerações, estando também ao serviço da formação musical, de concertos e eventos culturais.
Conscientes da dimensão do desafio, apelamos ao envolvimento generoso de todos: paroquianos, instituições, empresas e amantes da música sacra e do património.
Só com o esforço de todos poderemos realizar este sonho, para maior honra e glória de Deus!
"O som do órgão eleva os ânimos para Deus e acrescenta esplendor às celebrações."
O órgão foi criado para dar voz à oração e acompanhar a liturgia com uma beleza transcendente. Como afirma o Concílio Vaticano II, este é o instrumento tradicional por excelência, cujo som é capaz de "acrescentar um esplendor notável às cerimónias da Igreja e elevar poderosamente os ânimos para as realidades celestes" (SC 120). É, nas palavras da Igreja, um meio privilegiado para a santificação dos fiéis.
"Um investimento no património musical da Póvoa de Varzim."
Muito mais do que um instrumento, o órgão é uma verdadeira obra de engenharia e arte. A sua grandiosidade advém de uma mecânica complexa: milhares de tubos e múltiplos registos que, ao serem acionados, criam uma riqueza sonora envolvente e poderosa. É um património artístico que coloca a nossa paróquia no panorama da música sacra e da cultura regional, servindo tanto o culto como a arte.
"Uma obra de engenharia e fé que ficará para as próximas gerações."
Instalar este instrumento único é honrar a história e projetar o futuro. Pela sua durabilidade e imponência, o órgão de tubos não é um gasto, mas um legado duradouro. Quer intervenha a solo ou a acompanhar o canto (MS 62), a sua presença garante que a dignidade do nosso templo e a solenidade das nossas celebrações serão preservadas para os paroquianos de hoje e de amanhã.